terça-feira, 28 de julho de 2009

Desastre da Substituição Tributária...

Conforme foi publicado anteriormente, segue abaixo informações de como a substituição tributária do estado de SP prejudica todos:

A irracionalidade do sistema implantado, a falta de discernimento, de bom senso, a incapacidade de ouvir os setores envolvidos está colocando em polvorosa a economia paulista. E mostra que o governador José Serra perdeu uma de suas grandes qualidades: o discernimento para não embarcar em loucuras de assessores.

Pela ST, o fabricante paga na frente o ICMS, depois cobra do comprador. É uma ferramenta poderosa, que deve ser utilizada de forma seletiva, seguindo alguns pré-requisitos:

Escolher setores onde existe homogeneidade de preços e produtos. É o caso de gasolina e cigarros, com poucos fabricantes e preços definidos no varejo, independentemente do estabelecimento. Isso porque o ICMS incide sobre preços de mercado. Em mercados concorrenciais, não há como tratar preços de forma homogênea. Valia para os tempos em que a Sunab (Superintendência de Abastecimento e Preços) tabelava preços.

Setores em que haja gargalos bem definidos, com poucos fabricantes. No caso de cigarro, há apenas quatro fabricantes; no caso da gasolina, apenas a Petrobras com refinarias.

Produtos em que a ST seja adotada por todos os estados. Nos anos 90, São Paulo participou de um sistema de ST em medicamentos. Goiás passou a abrir exceção para seus laboratórios, São Paulo pulou fora, já que seria prejudicado. Agora, São Paulo entrou sozinho na parada, permitindo que todos os demais estados venham ganhar em cima das empresas paulistas.

Uma pequena amostra das enormes bobagens dessa ST paulista. A Secretaria da Fazenda precisa ter um preço de referência para aplicar a ST. Encomendou uma pesquisa à FIPE que utilizou a Nomenclatura do Mercosul, que levantou os preços médios de cada produto.

Vamos a exemplos concretos:

Não leva em conta diferentes qualidades de produto. Torneira entra na nomenclatura como um produto único. Em apenas uma página na Internet é possível encontrar torneiras de R$ 1.199,00 a R$ 68,80. Há torneiras de luxo que custam R$ 2.959,00 (Misturador monocomando para lavatório bica alta, linha Arco-Íris, cromado, da Rubinettos) e torneiras de R$ 10,00. Suponha que a média tenha dado R$ 50,00. 18,5% de R$ 50,00 é R$ 9,25.É o que se terá que pagar por cada torneira, independentemente do preço. No caso da torneira de R$ 2.959,00 esses R$ 9,25% representarão 0,31%. No caso da torneira de R$ 10,00, representará uma alíquota de 92,5%.

Não leva em conta diferenças de preços entre regiões. Um fogão Fogão 6 bocas Alecrim CF476A - Consul, por exemplo, pode sair por R$ 569,00 nas Lojas Colombo e por R$ 829,00 nas Lojas Americanas de um shopping nobre da cidade. Não leva em conta as liquidações. Em dezembro um produto é vendido pelo preço cheio, pagando 18% de ICMS. Em janeiro, se a loja fizer uma liquidação e vendê-lo com 50% de desconto, o ICMS corresponderá a 36% do preço de venda.

Pior. Até o ano passado, a empresa poderia se habilitar ao ICMS recolhido a mais. Decreto do governador José Serra, de dezembro, inviabilizou essa possibilidade.

Fundo de quintal

Não se fica nisso. A ideia da ST é cobrar de contribuintes confiáveis. Ao jogar todo o pagamento no fabricante, independentemente do setor, tem-se o caso do alambique do interior passar a se responsabilizar pelo pagamento de ICMS da rede Carrefour, por exemplo. Ou então, o pequeno comerciante adquirir produtos de outros estados, por atacadistas que estarão dispostos.

O fim do Simples

A ST praticamente acabou com o Simples, o sistema que permitia a meio milhão de pequenas empresas pagar menos tributação. Como tudo irá para a ST, não haverá como diferenciar a pequena farmácia de bairro das grandes redes de drogaria, por exemplo. Com isso, mata-se o grande avanço representado pela nova Lei Geral das Pequenas e Micro Empresas, primeira tentativa de formalizar o pequeno empresário.

Compras de outro estado - 1

Outro paradoxo dessa lei é que o comerciante que for comprar fora do Estado terá que recolher o imposto na entrada do território paulista. Outra maluquice de Mauro Ricardo. Primeiro, porque São Paulo não tem vigilância na divisa. Depois, se implantou o ST porque não confia no varejista. E deixa-se na mão dele recolher o imposto de compras de fora do estado. Além disso, a sistemática implantará o caos.

Compras de outro estado - 2

Para cumprir a medida à risca, os varejistas teriam que acampar, por exemplo, em Extrema (divisa com Minas Gerais), esperar o banco abrir, pagar o ICMS na hora para o caminhão entrar em São Paulo. Ou então, os atacadistas de outros estados teoricamente recolheriam antecipadamente o ICMS e, além de cobrar a fatura dos clientes, teria que cobrar a guia de recolhimento. Tudo para cumprir a determinação.

Vendas para outros estados

Imagine o atacadista que compra determinada quantidade de produtos. Todos virão com ST. Metade ele vende para São Paulo, a outra metade para outros estados. Como o imposto foi pago na frente, terá que entrar com procedimentos para ter de volta o imposto recolhido a mais. Para cada estado terá que abrir um processo de restituição, enquanto concorrentes de outras regiões estarão nadando de braçada.

O Talão da Fortuna

Outra tolice cometida pelo Secretário da Fazenda de São Paulo foi a devolução em cima da Nota Fiscal Eletrônica. Calcula-se que São Paulo tenha devolvido R$ 1 bi aos contribuintes. Repetiu o Talão da Fortuna dos tempos de Ademar de Barros. Uma análise das notas fiscais indicará que grande maioria das compras – cerca de 70% - foram feitas em estabelecimentos que não sonegam, como grandes redes de supermercados.

Fonte: Ùltimo Segundo

Substituição preocupa empresas - Mário Tonocchi

A substituição tributária em implantação no Estado de São Paulo foi o tema recorrente da última reunião mensal de análise econômica do Comitê de Avaliação de Conjuntura da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), realizada ontem. A cobrança do Imposto sobre Circulação de Serviços e Mercadorias (ICMS) na ponta da produção é hoje a grande preocupação de empresários e executivos de todos os setores da economia, mesmo os que ainda não foram enquadrados nesse sistema.

No encontro, o setor de eletroeletrônicos informou que a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), proporcionada pelo governo federal para a linha branca, foi praticamente anulada pela substituição tributária em São Paulo. Além disso, informou o grande varejo, as negociações entre o comércio e a indústria estão cada vez mais difíceis na antecipação do imposto e que, atualmente, faltam produtos para reposição dos estoques dos varejistas.
Mesmo a cadeia têxtil, que não entrou na substituição tributária, perdeu com o sistema, pois passou a recolher ICMS muito mais alto. Com isso, o setor tem o lucro afetado consideravelmente quando realiza grandes promoções de finais de estoque ou de mudança de estação. A alta na carga tributária, inclusive, ameaça essas liquidações, que oferecem descontos de até 50%.

Desde o início do ano passado, 23 novos setores foram incorporados ao sistema, que já cobrava ICMS na origem da produção dos segmentos de combustíveis, bebidas, cigarros e veículos. O governo defende o modelo, afirmando que é um instrumento eficiente para evitar a sonegação fiscal e a concorrência desleal, dando mais eficiência à arrecadação. O próximo setor a entrar na substituição tributária, em agosto, será o de mercado livre de energia elétrica. Comercializadores e distribuidores já reclamam da medida.

Mas nem tudo são reclamações. Há empresas que estão se beneficiando com as intervenções do governo, como a restrição ao tráfego de caminhões. É o caso da indústria e varejo de móveis para escritórios, que registram aumento de vendas nos últimos meses. O principal fator é o crescimento na locação e construção de novos barracões nos arredores da cidade, principalmente na região do Rodoanel. As distribuidoras estão se instalando próximo da capital paulista para atender aos horários da restrição dos caminhões dentro da cidade.

Depois da crise – Durante o encontro do Comitê de Avaliação de Conjuntura, a economista Fernanda Batolla, da Credit Suisse Hedging-Griffo, fez uma explanação sobre as perspectivas da economia nacional e mundial. Suas projeções para o Brasil foram otimistas quanto ao comportamento do País e no que virá no pós-crise. Uma das razões apontadas são as exportações de commodities para a China.

A economista observou, no entanto, que a renda real está em desaceleração, puxando a massa salarial para baixo, o que pode prejudicar o comércio. Nesse sentido, o mercado de trabalho só deve se recuperar com consistência quando o emprego industrial voltar, o que deve ocorrer só a partir do último trimestre.

Apesar do crédito para pessoa física apresentar melhora no financiamento das empresas, o sistema financeiro ainda está cauteloso porque a inadimplência, principalmente entre pequenas e médias empresas, está em elevação.

Fonte: Diário do Comércio

domingo, 19 de julho de 2009

BHInfor passa aceitar Oi Paggo...

Para facilitar ainda mais os pagamentos dos clientes a BHInfor acaba de instalar o sistema de pagamentos Oi Paggo que permite efetuarem compras através de celulares da Oi. Esse sistema se parece muito com os cartões de crédito, a única diferença que você utiliza seu celular e contrato o serviço da operadora. Estaremos inicialmente parcelando as compras em até 3x sem juros. O processo de implantação deverá ser concluído em 30 dias.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Nofa Fiscal Eletrônica NFe Armazenamento e Backup...

Todas empresas que utilizam o sistema de NFe podem terceirizar o serviço de armazenamento e backup.

Como essa tarefa exige muita atenção e freqüentes backups muitas empresas não tem uma estrutura de TI adequada ou um profissional capaz de realizar esse serviço.

A BHInfor começa a oferecer esse tipo de serviço a partir do dia 01/08/2009 de uma maneira personalizada. Cada empresa terá um contrato dependendo do volume de NFs e de necessidades de backups.

Quem preferir utilizar internamente dentro de sua empresa, oferecemos o serviço de consultoria e de implantação.

Entre em contato e solicite seu orçamento.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Chegaram novos notebooks em promoção...

Chegaram algumas peças no Notebook NEOPC A1500...

Ele possui tela de 14.1 processador Intel M540, 1GB de memória RAM, 80GB de espaço em disco e Gravador de DVD-RW.

http://www.bhinfor.com.br/notebook/1855/notebook-neopc-a1500-14-1-m540-1gb-80gb.html

Aproveitem o preço de R$ 1.299,00 temos poucas peças...

sábado, 30 de maio de 2009

Novas regras de Substituição Tributária do estado de SP...

Mas uma vez o governo está na contramão da legalização das micro empresas.

Hoje a maioria das empresas legais do Brasil compra mais de 60% de seus estoques de fornecedores do estado de São Paulo.

A partir do dia 01/06/2009 entra em vigor as novas regras do sistema de Substituição tributária em SP, que deverá aumentar a arrecadação de impostos para algumas empresas, pois os próprios distribuidores estarão recolhendo o ICMS antecipadamente.

As medidas foram uma surpresa para o mercado neste momento de crise, onde a maioria das empresas está passando por um momento de dificuldades financeiras para orarem seus compromissos com o governo e seus fornecedores.

Para as empresas substituídas enquadradas no Simples Nacional o problema maior será o impacto de ter que agregar o ICMS retido na antecipação no preço de venda do produto. "Essas empresas já recolhiam o ICMS agregado ao Simples Nacional, e agora terão que agregar a essa taxa mais esse imposto, o que provavelmente terá como reflexo o aumento do preço de alguns produtos.

Acreditasse que os produtos terão um acréscimo de preços de até 12%, para empresas optantes pelo SIMPLES, tornando cada vez mais as empresas legais menos competitivas com o mercado ilegal que atravessam mercadorias sem nota e não arrecadam impostos.

Por outro, lado com esse mecanismo o Governo do Estado de São Paulo estará dando um grande golpe nos sonegadores, que não terão mais como omitir os tributos devidos na venda de um produto. Além disso, a incidência de tributo permanece a mesma e a substituição tributária facilita também a fiscalização, pois centraliza a responsabilidade.

Maiores informações sobre a nova legislação acesse o site:

http://www.portaltributario.com.br/guia/substituicao_tributaria.html
http://www.abinee.org.br/informac/arquivos/subtribes.pdf

Viva o Brasil...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Novo serviço na BHInfor - Fast Service

ATENDIMENTO URGENTE EM NO MÁXIMO 48 HORAS.

A BHINFOR OFERECE A SEUS CLIENTES QUE NÃO PODEM FICAR SEM SEU COMPUTADOR O SERVIÇO FAST SERVICE SEU ORÇAMENTO FICA PRONTO EM 24H E O SERVIÇO EM 48H. CASO NÃO FIQUE PRONTO EM 48 HORAS O CLIENTE NÃO PAGA PELO SERVIÇO.

*ATENDIMENTO SOMENTE PARA COMPUTADORES OU NOTEBOOKS;
*SÁBADO NÃO É CONSIDERADO DIA ÚTIL, SOMENTE SEG. A SEX.;
*CASO O ORÇAMENTO NÃO SEJA APROVADO É COBRADO UMA TAXA DE R$ 30,00;
*NA ORDEM DE SERVIÇO CONSTA HORA DE ENTRADA DO EQUIPAMENTO;
*CASO NÃO CONSIGA FAZER O CONTATO O CLIENTE NOS TELEFONES INFORMADOS IRÁ CONTAR O PRAZO APÓS AUTORIZAÇÃO DO CLIENTE;
*CONSULTE TABELA ESPECÍFICA DOS PREÇOS PARA ESTE SERVIÇO.

domingo, 3 de maio de 2009

Porque comprar seu computador na BHInfor?

Muitas pessoas tem dúvidas sobre comprar um computador no Varejo(Grandes lojas ou sites on-line) ou em uma loja especializada.

Neste tópico gostaria de citar as vantagens e desvantagens de cada tipo de equipamento:

Vantagens em comprar um computador em nossa loja, montado por nós:

1) Escolher cada componente interno do seu computador personalizado;
2) Facilidade em atualizações futuras, como expansão ou troca de periféricos;
3) Garantia no local onde você comprou;
4) Atendimento de garantia normalmente em no máximo 48 horas;
5) Tratamento individual e personalizado;
6) Orientação de qual equipamento para atender a suas necessidades;
7) Equipamentos com configurações melhores que o mercado oferece;
8) Opção em qual sistema operacional você deseja, comprando o software somente necessário;
9) Em caso de troca do equipamento, faremos backup dos seus dados sem custo;

Vantagens e desvantagens em comprar um computador de marca HP/IBM/Positivo/Dell/CCE/Etc:

Vantagens:

1) Preço mais barato, devido a fabricação de muitos computadores iguais;
2) Garantia em todo Brasil;
3) Garantia On-site pode ser comprada junto com equipamento;
4) Parcelamentos em várias parcelas sem jutos.

Desvantagens:

1) Garantia em poucas lojas credenciadas regionais que demoram até 30 dias para realizarem o serviço;
2) Não garantem backup dos dados do cliente, sendo responsabilidade dele, mesmo que o equipamento não funcione;
3) Upgrades mais complicados por trabalharem com placas específicas ou pouca capacidade de expansão;
4) Equipamentos com configurações mais simples;
5) Atendimento normalmente em call centers com demoras filas de espera;
6) Sistema operacional que vem no equipamento nem sempre atende o usuário;
7) Após a compra do equipamento percebe que não atende o usuário.

Caso alguém tenha alguma vantagem ou desvantagem fique a vontade para publicar no blog.